CPMI das Fake News discutirá quebra de sigilo bancário de nove empresas

A CPMI que investiga as fake news discutirá a quebra de sigilo bancário de nove empresas e três pessoas suspeitas de disseminar notícias falsas no país. 

A medida pode atingir Lindolfo Alves Neto e Flávia Alves, donos da Yacows, e Hans River, ex-funcionário do casal que depôs na CPMI.

Entre as empresas listadas para a quebra de sigilo estão a Maut Desenvolvimento de Software, a Kiplix Comunicação Digital e a Deep Marketing, além da própria Yacows. O advogado do casal, José Diniz, não quis se manifestar.

A CPMI está dividida: a oposição tem 14 votos e a base do governo Bolsonaro, outros 14. Há ainda quatro parlamentares que funcionam como fiel da balança —e que podem decidir se a quebra de sigilo será ou não aprovada.