Torcidas de futebol LGBT abrem espaço para falar sobre discurso de ódio nas escolas

Com medo de agressões físicas e verbais nos estádios de futebol, torcedores LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e transgêneros) deixaram as arenas oficiais e passaram a se organizar em torcidas livres nas redes sociais.

O cenário foi retratado na reportagem Com medo de violência nos estádios, torcidas LGBT usam redes sociais como arquibancadas, do repórter Gonçalo Junior, que mostrou como a homofobia está presente nas torcidas de futebol e como o público LGBT tem se movimentado para inverter esse cenário.

1) Carta do leitor

Antes reservada a uma parte delimitada no jornal impresso, a opinião dos leitores ganhou novos formatos com o advento da internet. Agora, além de não ser mais necessário ir ao correio para enviar um comentário, os espaços onde os leitores podem expressar suas opiniões também estão nos portais online de notícia. Sobre o assunto, é possível abordar as seguintes questões:

  1. Os alunos devem pesquisar sobre como eram os espaços dos leitores (conhecidos como “carta do leitor”) nos jornais de antigamente e como são hoje. Eles devem comparar os dois formatos e apontar o que mudou, refletindo se as mudanças foram positivas ou não. No caso do Estadão, edições passadas do jornal podem ser consultadas no Acervo (uma dica é inserir na busca “fórum dos leitores”). Hoje, é publicado também no online com uma versão maior do que a do impresso.
  2. Nas pesquisas de cartas em jornais, peça para que cada aluno escolha uma carta de leitor; ele deverá avaliar a opinião expressa e os argumentos utilizados. Depois, discuta com a classe a função que a “carta do leitor” desempenha (se é de crítica, por exemplo) e a importância que ela tem para um veículo de comunicação (principalmente se pode ajudar a melhorar o trabalho do jornalista).
  3. Aproveite o tema para trabalhar com os alunos o gênero textual carta, abordando a característica principal de haver sempre um emissor (remetente) e um receptor (destinatário).
  4. Por fim, os alunos deverão ler a reportagem “Com medo de violência nos estádios, torcidas LGBT usam redes sociais como arquibancadas” e escrever uma carta como as da seção carta do leitor, tendo como principal objetivo expressar a opinião sobre a matéria.

2) Liberdade de expressão e discurso de ódio

Apesar de os veículos terem adaptado o funcionamento da “carta do leitor” para o mundo digital, a opinião de quem lê as matérias pode ser publicada como, quando e onde as pessoas quiserem, fato que pode ser considerado uma maior democratização desses espaços. Mas é preciso ter responsabilidade com aquilo que se escreve, já que a internet e as redes sociais estão visíveis para qualquer um. Se houver tempo, essa atividade pode ser combinada com a anterior.

  1. Neste primeiro exercício, os alunos deverão analisar a relação entre os espaços de fala na internet e o discurso de ódio neste canal de comunicação. Um caminho possível é dividir os estudantes em grupos e pedir para que leiam e analisem, a partir de diferentes redes sociais (facebook, twitter, instagram, linkedin), os comentários na matéria do repórter Gonçalo Junior. Se o professor desejar, pode ampliar o exercício para outras matérias do mesmo tema.
  2. A partir da análise, proponha um debate acerca dos limites entre discurso de ódio e liberdade de expressão? Se houver tempo, os alunos podem ler alguns dos seguintes textos:
  • “Primeira Carta Sobre Tolerância”, do filósofo John Locke, considerada o marco da defesa da liberdade de expressão;
  • “Declaração de Direitos do Estado da Virgínia”, em que, pela primeira vez, a garantia da liberdade de expressão;
  • Declaração Universal de Direitos Humanos (DUDH): responsável por inspirar tantas outras e por garantir, em seu artigo 19, o direito à liberdade de opinião e expressão;
  • “Panorama sobre o discurso de ódio no Brasil”, documento da ONG Artigo 19, em que se define o discurso de ódio (página 1);
  • Podcast do canal Salvo Melhor Juízo sobre discurso de ódio no Brasil, em que se faz uma ligação interessante com polarização política e o aumento do número de refugiados
  1. Reflita com os alunos sobre o discurso de ódio presente nas matérias sobre o público LGBT. É importante que se discuta a criminalização da homofobia, em junho deste ano, o respeito à diversidade e a participação responsável na internet. Por último, eles deverão, juntos, criar uma campanha na escola contra o discurso de ódio. Eles podem preparar cartazes, cartilhas e panfletos sobre o tema ou então criar intervenções artísticas, utilizando teatro, dança ou música.
  2. Na primeira questão, os alunos perceberão que as redes sociais podem ser um lugar de liberdade de expressão, um importante espaço para unir pessoas em prol da mesma causa ou interesse ,mas também podem ser utilizadas para disseminar um discurso de ódio.. No caso das torcidas de futebol LGBT, elas foram fundamentais. Nesta atividade, os alunos deverão pesquisar em redes sociais sobre como as torcidas estão organizando movimentos contra a homofobia dos estádio; os estudantes podem, inclusive, procurar sobre os próprios times para que torcem. Depois da pesquisa, dedique um tempo da aula para os discentes compartilharem o que cada um encontrou.

3) Preconceitos no esporte

Ainda que o futebol seja considerado um símbolo da cultura brasileira, tanto os campos quanto às arquibancadas não são, ainda, espaços democráticos. A matéria sobre as torcidas LGBT é um exemplo disso, mas é possível pensar, por exemplo, no assédio que mulheres sofrem nos estádios e na pouca valorização do futebol feminino.

  1. Os alunos deverão analisar a campanha da Federação Paulista de Futebol (FPF) veiculada na transmissão televisiva da final do Campeonato Paulista Feminino, respondendo qual mensagem a ação quis mostrar com o placar.
  2. Divida a sala em grupos de 4 a 5. Cada grupo deverá analisar a cobertura da editoria de esportes de veículos jornalísticos diferentes. Uma proposta é estabelecer um recorte de período (por exemplo, nos últimos 7 dias) e pedir para os alunos contarem o número de notícias sobre futebol masculino e feminino. Dependendo do ano da turma, é possível pedir uma análise qualitativa também, do teor das matérias sobre futebol feminino (se são sobre campeonatos, premiações, diferenças salariais). Cada grupo deverá expor o resultado e discutir qual espaço na mídia o futebol feminino tem e como esse espaço é importante para dar mais visibilidade ao esporte.
  3. Diferença salarial: peça aos alunos que pesquisem (e tragam para a sala de aula) dados sobre a diferença de valor nas premiações de campeonatos mundiais do futebol masculino e feminino. A ideia é mostrar a eles que o dado deve ser buscado em fontes confiáveis, como o próprio site da fifa. O outro objetivo é falar sobre a diferença gritante de pagamento e como isso prejudica a evolução do esporte atualmente.
  4. Disponha a classe em um formato de roda e pergunte aos alunos por qual motivo o futebol feminino não é valorizado no Brasil. Depois da discussão, exiba em sala de aula o vídeo ‘Deixa Ela Competir’, que trata sobre o preconceito contra a mulher em outros esportes, além do futebol. Discuta com eles o fato de mulheres serem desencorajadas da prática desportiva ainda quando crianças. A ideia é que o espaço do diálogo fique aberto para relatarem suas experiências com o assunto. Elas, por exemplo, se passaram por essa situação. E eles se já inibiram alguma menina de jogar. Ao final, leve os alunos para uma quadra e proponha uma partida de futebol ou de outro esporte.

4) Decreto de Vargas

O futebol feminino foi proibido no País em 1941, durante o Estado Novo, de Getúlio Vargas, por meio do decreto 3.199. Uma ideia é organizar uma visita guiada ao Museu do Futebol e pedir para alunos coletarem todas as informações que eles encontrarem sobre a história do futebol feminino (provavelmente, uma delas será o próprio decreto). De volta à sala de aula, discuta as seguintes questões: existe, no museu, uma igualdade entre informações sobre futebol feminino e masculino? Em qual contexto o decreto de Vargas se deu? Por que o decreto proíbe as mulheres de praticarem alguns esportes, não todos? Isso está ligado a alguma imagem ou papel social que se esperava que elas devessem ter?

Se não for possível levar os alunos ao museu, existe a possibilidade de eles explorarem as exposições virtuais disponíveis nos sites (https://www.museudofutebol.org.br/pagina/exposicoes-virtuais e https://contraataque.museudofutebol.org.br/) e lerem a matéria Da proibição ao reinado de Marta: 30 anos da seleção feminina, do site Capitu, do Estadão.

5) Resumo de livro

A reportagem Com medo de violência nos estádios, torcidas LGBT usam redes sociais como arquibancadas nasceu da leitura do livro BICHA. Homofobia estrutural no futebol, escrita pelo jornalista do Estadão João Abel. No vídeo abaixo, ele dá dicas de como usar o tema em sala de aula:

O livro é um exemplo claro de como uma obra pode inspirar outros trabalhos, mesmo em outros formatos. Desse entendimento, os alunos deverão escolher um livro-reportagem para ler e produzir um trabalho a partir da leitura. Deixe aberta a possibilidade de qualquer formato: reportagem, minidocumentário, vídeo tipo booktuber, podcast, memes, histórias em quadrinhos (aqui uma boa referência).

6) Ofensas

Ao longo de todo especial, fica claro o peso do uso de certas palavras pejorativas para discriminar os homossexuais nos estádios brasileiros. Com isso em mente, proponha aos alunos que:

  1. Procurem na Internet as origens etimológicas das palavras “viado” e “bicha” para designar os homossexuais e, a partir dessas origens, busquem explicar por que esses termos costumam ser vistos pela comunidade LGBT como ofensivos.
  2. Procurem explicar por que o uso do termo “viado”, tanto no post do palmeirense William De Lucca quanto na declaração do gremista Sergio Cunha, não parece ser ofensivo. Como isso se relaciona ao processo de ressignificação da palavra “queer” pela comunidade LGBT?
  3. Em grupos de cinco, peça aos alunos para que façam, com tempo restrito a trinta minutos, uma lista com o máximo de elogios e outra com o maior número de xingamentos (sem qualquer restrição a termos de baixo calão) que forem capazes de lembrar. Normalmente, é muito mais fácil eles fazerem a lista de xingamentos. Discuta com seus alunos o porquê dessa maior facilidade na nossa sociedade.
  4. Peça aos alunos que separem os xingamentos que pertençam ao campo lexical da sexualidade e discuta com eles o porquê da fartura de xingamentos ligados a esta temática.

7) Proposta de redação

A partir da leitura do Especial Com medo de violência nos estádios, torcidas LGBT usam redes sociais como arquibancadas e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Estratégias de combate ao preconceito de gênero nos estádios brasileiros”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Proponha aos alunos que escrevam um texto de 30 linhas dividido em quatro parágrafos que respeitem a seguinte estrutura, apresentada no Manual de Redação do ENEM: TESE – ARGUMENTOS – PROPOSTA DE INTERVENÇÃO. Sendo o primeiro parágrafo composto pela exposição da sua tese (a melhor estratégia para combater preconceito de gênero nos estádios brasileiros) Os dois seguintes deverão ser compostos pela apresentação dos seus argumentos e o quarto e último por uma proposta de intervenção, entre as tantas que podem ser vislumbradas em muitas passagens do texto de Gonçalo.

8) Enquete

Na matéria sobre as torcidas LGBT, o repórter utilizou a enquete para saber o que os leitores achavam que deveria ser feito para diminuir ou acabar com os casos de homofobia nos estádios de futebol do Brasil. Divida os alunos em grupos de quatro e peça que façam enquetes sobre qualquer questão envolvendo os temas abordados na reportagem.

A enquete pode ser feita dentro da própria escola, entrevistando estudantes e funcionários, ou os alunos podem distribuir para outros conhecidos a partir de um formulário online do Google. Eles deverão apresentar os resultados em sala de aula, utilizando recursos gráficos.

Disciplinas envolvidas: Português, Artes, História, Matemática, Educação Física.

Anos em que as habilidades podem ser trabalhadas: ensino médio e fundamental 2

Referências na BNCC: 

Linguagens e suas Tecnologias : EF03LP20, EF67LP05, EF69LP01, EF69LP02, EF69LP09, EF89LP11, EF89LP21, EF15LP14, EF69LP06, EM13LGG102, EM13LGG702.

Artes: EF69AR06, EM13LGG603.

Matemática: EF01MA21.

História: EF09HI02, EM13CHS605.

Educação Física: EF89EF05

(EF09HI02) Caracterizar e compreender os ciclos da história republicana, identificando particularidades da história local e regional até 1954.

(EM13CHS605) Analisar os princípios da declaração dos Direitos Humanos, recorrendo às noções de justiça, igualdade e fraternidade, identificar os progressos e entraves à concretização desses direitos nas diversas sociedades contemporâneas e promover ações concretas diante da desigualdade e das violações desses direitos em diferentes espaços de vivência, respeitando a identidade de cada grupo e de cada indivíduo.

(EF89EF05) Identificar as transformações históricas do fenômeno esportivo e discutir alguns de seus problemas (doping, corrupção, violência etc.) e a forma como as mídias os apresentam.

(EM13LGG102) Analisar visões de mundo, conflitos de interesse, preconceitos e ideologias presentes nos discursos veiculados nas diferentes mídias, ampliando suas possibilidades de explicação, interpretação e intervenção crítica da/na realidade.

(EM13LGG105) Analisar e experimentar diversos processos de remidiação de produções multissemióticas, multimídia e transmídia, desenvolvendo diferentes modos de participação e intervenção social.

(EF69LP06) Produzir e publicar notícias, fotodenúncias, fotorreportagens, reportagens, reportagens multimidiáticas, infográficos, podcasts noticiosos, entrevistas, cartas de leitor, comentários, artigos de opinião de interesse local ou global, textos de apresentação e apreciação de produção cultural – resenhas e outros próprios das formas de expressão das culturas juvenis, tais como vlogs e podcasts culturais, gameplay, detonado etc.– e cartazes, anúncios, propagandas, spots, jingles de campanhas sociais, dentre outros em várias mídias, vivenciando de forma significativa o papel de repórter, de comentador, de analista, de crítico, de editor ou articulista, de booktuber, de vlogger (vlogueiro) etc., como forma de compreender as condições de produção que envolvem a circulação desses textos e poder participar e vislumbrar possibilidades de participação nas práticas de linguagem do campo jornalístico e do campo midiático de forma ética e responsável, levando-se em consideração o contexto da Web 2.0, que amplia a possibilidade de circulação desses textos e “funde” os papéis de leitor e autor, de consumidor e produtor.

(EM13LGG702) Avaliar o impacto das tecnologias digitais da informação e comunicação (TDIC) na formação do sujeito e em suas práticas sociais, para fazer uso crítico dessa mídia em práticas de seleção, compreensão e produção de discursos em ambiente digital.

(EM13LGG603) Expressar-se e atuar em processos de criação autorais individuais e coletivos nas diferentes linguagens artísticas (artes visuais, audiovisual, dança, música e teatro) e nas intersecções entre elas, recorrendo a referências estéticas e culturais, conhecimentos de naturezas diversas (artísticos, históricos, sociais e políticos) e experiências individuais e coletivas.

(EF69AR06) Desenvolver processos de criação em artes visuais, com base em temas ou interesses artísticos, de modo individual, coletivo e colaborativo, fazendo uso de materiais, instrumentos e recursos convencionais, alternativos e digitais.

(EF15LP01) Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhecendo para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam.

(EF03LP20) Produzir cartas dirigidas a veículos da mídia impressa ou digital (cartas do leitor ou de reclamação a jornais ou revistas), dentre outros gêneros do campo político-cidadão, com opiniões e críticas, de acordo com as convenções do gênero carta e considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.

(EF67LP05) Identificar e avaliar teses/opiniões/posicionamentos explícitos e argumentos em textos argumentativos (carta de leitor, comentário, artigo de opinião, resenha crítica etc.), manifestando concordância ou discordância.

(EF69LP01) Diferenciar liberdade de expressão de discursos de ódio, posicionando-se contrariamente a esse tipo de discurso e vislumbrando possibilidades de denúncia quando for o caso.

(EF69LP02) Analisar e comparar peças publicitárias variadas (cartazes, folhetos, outdoor, anúncios e propagandas em diferentes mídias, spots, jingle, vídeos etc.), de forma a perceber a articulação entre elas em campanhas, as especificidades das várias semioses e mídias, a adequação dessas peças ao público-alvo, aos objetivos do anunciante e/ou da campanha e à construção composicional e estilo dos gêneros em questão, como forma de ampliar suas possibilidades de compreensão (e produção) de textos pertencentes a esses gêneros.

(EF69LP09) Planejar uma campanha publicitária sobre questões/problemas, temas, causas significativas para a escola e/ou comunidade, a partir de um levantamento de material sobre o tema ou evento, da definição do público-alvo, do texto ou peça a ser produzido – cartaz, banner, folheto, panfleto, anúncio impresso e para internet, spot, propaganda de rádio, TV etc. –, da ferramenta de edição de texto, áudio ou vídeo que será utilizada, do recorte e enfoque a ser dado, das estratégias de persuasão que serão utilizadas etc.

(EF89LP11) Produzir, revisar e editar peças e campanhas publicitárias, envolvendo o uso articulado e complementar de diferentes peças publicitárias: cartaz, banner, indoor, folheto, panfleto, anúncio de jornal/revista, para internet, spot, propaganda de rádio, TV, a partir da escolha da questão/problema/causa significativa para a escola e/ou a comunidade escolar, da definição do público-alvo, das peças que serão produzidas, das estratégias de persuasão e convencimento que serão utilizadas.

(EF89LP21) Realizar enquetes e pesquisas de opinião, de forma a levantar prioridades, problemas a resolver ou propostas que possam contribuir para melhoria da escola ou da comunidade, caracterizar demanda/necessidade, documentando-a de diferentes maneiras por meio de diferentes procedimentos, gêneros e mídias e, quando for o caso, selecionar informações e dados relevantes de fontes pertinentes diversas (sites, impressos, vídeos etc.), avaliando a qualidade e a utilidade dessas fontes, que possam servir de contextualização e fundamentação de propostas, de forma a justificar a proposição de propostas, projetos culturais e ações de intervenção.

(EF15LP14) Construir o sentido de histórias em quadrinhos e tirinhas, relacionando imagens e palavras e interpretando recursos gráficos (tipos de balões, de letras, onomatopeias).

(EF01MA21) Ler dados expressos em tabelas e em gráficos de colunas simples.

O Estadão na Escola é parte de uma parceria com o Instituto Palavra Aberta, entidade sem fins lucrativos que lidera o EducaMídia, programa de educação midiática dedicado a formar professores e produzir conteúdos sobre o tema. A parceria é coordenada por Daniela Machado e Mariana Mandelli.

 

Fonte: O Estado de São Paulo