Um “talzinho fake” e a Prefeitura de Catu – Maurílio Fontes

Um “talzinho fake”,  que se autodenomina Lauro Vilela, pouco informado sobre minha trajetória, me ataca em texto publicado no Facebook (deveria fazê-lo em algum veículo de comunicação), contraditando críticas que dirigi ao prefeito Geranilson Requião, à primeira-dama e à filha do alcaide, verdadeira mandatária catuense, não por direito, já que não foi eleita, mas de fato, pelas razões largamente conhecidas por quem tem o mínimo discernimento sobre as “coisas da política”. 

Quer estabelecer polêmica, mas está longe em qualidade e verve dos grandes polemistas do início do século XX, e sua defesa apaixonada da primeira dama, a quem chamarei respeitosamente de Jó 14, é missa encomendada com vela de baixa qualidade, certamente não adquirida na fábrica do médico André Marques, vice-prefeito de Catu, completamente desprestigiado e desprezado pela cúpula “requiaonista”, que tanto mau vem causando ao povo. 

Sujeito com dupla personalidade, Lauro Vilela também pode ser conhecido por Michel, não Laurence, um dos maiores jornalistas esportivos do Brasil (1938/2014). 

Pouco informado sobre a administração do prefeito Joaquim Neto, confunde alhos com bugalhos, e anota um cachê impensável para Luan Santana: R$50 mil. Na verdade, o cachê tem o astronômico valor de R$315 mil.

O pequeno polemista não sabe o que é checagem, desinforma ao invés de informar, escreve bobagens à mancheia, certamente encomendadas às pressas para tentar (em vão) minimizar o conteúdo do artigo que publiquei ontem neste espaço. 

Além de incorrer em erros primários, não ter estilo, ser paupérrimo em termos argumentativos, o escrevinhador subalterno corre o risco de não receber pelo trabalho realizado. Pagar não é a praia de alguns contratantes. 

Já enfrentei contendores mais qualificados e não será agora, após tantas décadas de atividades profissionais, que recolherei o arsenal de que disponho ao ser atacado por um sujeito que esconde sua identidade real, usa perfil falso e acredita poder ombrear-se à mim, mesmo não dispondo de nada que o qualifique para uma suposta batalha textual.

Ele não conseguirá nem a vitória de Pirro. 

Desrespeitar quem obteve 500 votos é demonstração cabal de sua personalidade autoritária, pouco afeita ao contraditório e impaciente com aqueles que não se dobraram às ordens originárias do Paço Municipal.

Há semelhanças entre o “redator fake” e o atual governo catuense. 

O texto é um amontoado de bobagens que não merece análise pormenorizada e nem perda de tempo para se contestar ilações em confronto com a verdade, absolutamente dissonantes da realidade e completamente servis, que com o perdão da redundância, servem para prestar vassalagem aos donos temporários do poder.

Catu terá em 2020 um encontro com sua história. Por ser falso, Lauro Vilela estará no limbo, já que optou pela forma gasosa de ser, não assumindo seu contorno real, talvez, e muito provavelmente, pela insignificância que admite para si mesmo. Deseja ser um influenciador digital, mas não tem os predicados para tal empreitada.

O falsário faz um joguinho de palavras nada criativo, distribui aleivosias e mentiras bobinhas. 

Ontem (21), por mera coincidência, o artigo foi publicado na data natalícia da primeira-dama Jó 14.

Desejo-lhe saúde e vida longeva, mas que o tempo passe rapidamente para que ela e sua filha sejam expurgadas por meio dos votos dos catuenses da gestão pública municipal. 

Minha ligação com Catu ultrapassa um quarto de século.

O “fake” remunerado não conseguirá enodoar a trajetória que construí em 33 anos. 

Credibilidade não é mercadoria disponível nas gôndolas de supermercados. Não pode ser comprada. É uma conquista difícil e para poucos.

Quanto mais para um sabujo que usa perfil falso.